quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Cap 107 - De volta

               Feliz dia das crianças ❤❤
Espero q gostem desse capítulo comentem e surtem com o nosso casal amo vcs beijos 😘😘😘😍❤




O caminho até a mansão Efron foi silencioso. Vanessa sorriu ao passar pelo portão da propriedade. Lembrava de cada passeio ali. Quando a carruagem parou na frente da porta principal da mansão, ela suspirou e desceu. Lembrou-se da ultima vez em que estivera ali. Da certeza de não voltar mais. Entretanto, ali estava ela. Só que não havia tempo. Precisava ser feito logo, antes que perdesse a coragem. Ela subiu a escadaria, segurando a barra do vestido ao fazê-lo.

Rosa: Senhora. – Cumprimentou, surpresa e contente.

Vanessa: Rosa. – Retribuiu – Minha filha? – Perguntou, sentindo falta dos gritinhos de Rosalie.

Rosa: Saiu juntamente com a senhora Ashley, o senhor Christopher, o senhor Edward, Théo, Suri e o menino Diego. – Respondeu, prontamente. – Creio que foram as compras.

Vanessa: Zachary? – Perguntou, por fim.

Rosa: Acredito que esteja no banho, senhora. – Respondeu, breve – Se quiser, eu a anuncio.

Vanessa: Não. Eu conheço o caminho. Obrigado, Rosa. – A senhora assentiu, e se retirou.

Vanessa ergueu o olhar brevemente pra o segundo andar, e avançou. Logo estava no quarto dos dois. Podia ouvir o barulho da agua, vindo do banheiro. Ela avançou silenciosamente pelo quarto, observando. Tinha tantas lembranças desse lugar. E agora estava ali, parada, com uma decisão daquelas pra anunciar. Ela olhou, curiosa, pra penteadeira. Fora tudo o que ela deixou, coisas que não saíram do lugar, havia um porta retratos. Ela se abaixou levemente, olhando a foto. Era ela, no baile em que Edward lhe levou, em seu aniversário. Zachary cortara o pedaço do jornal. Tirara a parte onde Edward estava, e deixou apenas Vanessa. Ela sorria, radiante. Estava observando isso, quando a voz em sua cabeça tornou-se real.

Zachary: Vanessa? – Perguntou, surpreso, saindo do banheiro. Usava uma camisa branca e uma calça abrigo preta, e secava os cabelos com uma toalha alva. Vanessa se ergueu, encarando o marido.

Vanessa: Eu me lembro que quando eu cheguei aqui, o barulho da chuva me apavorava de noite. – Observou, quando ouviu a chuva começar a bater na janela.

Zachary: É por causa do andar de cima. Sempre foi vazio, faz eco. – Explicou, observando-a.
Coloque a cabeça em meu travesseiro,
Eu sentarei ao seu lado na cama ♫


Vanessa caminhou um pouco, olhando a penteadeira. Não sabia como começar. Estava perdida, haviam lembranças demais.

Vanessa: Você me deu isso quando fizemos 1 mês de casados. – Lembrou, pegando uma corrente que estava solta, perdida na penteadeira. Era uma gargantilha normal, com uma flor de 6 pétalas na ponta. Em cada pétala havia um diamante médio. No meio de todas havia um grande. Da flor caia um fio de prata, com um pingentinho na ponta.

Zachary: Eu... eu lembrei de você, quando vi. Então comprei, e esperei a oportunidade pra te dar. Isso aconteceu 2 meses antes do seu aniversário. Eu ia te assustar se aparecesse do nada com um diamante, e você não havia sido inteligente nem nada, eu não tinha como... – Interrompido
Você não acha que está na hora
De dizermos algumas coisas que não foram ditas? ♫


Vanessa: Eu amo você. – Interrompeu, ao criar coragem.

O coração de Zachary saltou ao ouvir aquilo. Ele tinha a certeza de que ela havia ido ali terminar com ele, e buscar Rosalie, mas ela havia dito que o amava. Não era uma alucinação, ela o amava.

Zachary: Eu também amo você. – Respondeu, com um sorriso de canto.
Nunca é tarde para voltar àquele lugar,
De volta pelo caminho que nós estávamos ♫


Vanessa: Eu não queria perdoar você. – Disse, mordendo o lábio em seguida. Seu coração batia tão rápido que chegava a machucar.

Zachary: Eu sei que não. – Disse, olhando-a.

Vanessa: Mas eu... eu não sei. Eu estou presa a você. – Disse, agoniada – Eu não consegui ir embora. Eu podia vir aqui, eu podia buscar Rosalie e sumir, mas eu não consigo. E eu também errei com você, me envolvi com seu irmão.

Por que você não olha para mim
Até deixarmos de ser estranhos? ♫


Zachary: Você não precisa ir. – Lembrou, observando-a – Eu estou aqui. Eu te amo. Ninguém quer que você vá. Eu não quero. E sobre Edward eu perdoo, assim como quero que você me perdoe e esqueça tudo sobre Capitu.  Eu errei mais Vanessa.

Vanessa: Como se eu fosse conseguir viver longe de você. – Murmurou, com a voz embargada. Me perdoe? De verdade?

Zachary: Você não precisa tentar. Você me perdoou? Estamos perdoados. Vamos recomeçar... mais uma vez.
Às vezes é difícil de me amar,
Às vezes é difícil de te amar também ♫


Vanessa: Ah, me beije, meu amor. – Pediu, sentindo o olhar se inundar. – Me beije antes que eu tenha medo, antes que eu queira fugir. Me beije antes que alguém nos separe de novo.

Zachary jogou a toalha que tinha na mão na poltrona mais próxima. Ele se aproximou da amada calmamente, passando-lhe confiança. Mas Vanessa estava nervosa demais. Não sabia se era a escolha certa. Ela só seguiu o que o coração dela mandou. Ele era, aproximadamente, uma testa mais alto que ela. Quando ele parou na frente dela, pôs uma mão em sua cintura, por cima do espartilho preto. Ele percebeu que a respiração dela estava alterada, devido ao nervosismo.
Eu sei que é difícil de acreditar
Que o amor pode nos salvar ♫


Zachary: Calma. - Murmurou, erguendo o rosto dela levemente com a mão. Vanessa sorriu, engasgada. Era como sempre: ele guiando ela. Ele sorriu, e em seguida a encarou. Ela fechou os olhos ao sentir a respiração dele sob o seu rosto, e em seguida sentiu os lábios dele oprimirem os seus gentilmente. Ela entreabriu os lábios, dando espaço à língua dele. Sentiu a língua do marido, lentamente, invadir sua boca. Quando, por fim, aconteceu, ela teve a certeza de que precisava. Ali era o seu lugar. Enlaçou os braços no pescoço dele, e o beijou com gana. Zachary sorriu, e abraçou ela pela cintura com as duas mãos. Não havia mais calma nos movimentos dos dois. Só saudade, paixão, desejo, amor. O cabelo dela logo se soltou, caindo livremente por suas costas. Pro diabo se ia dar certo ou não, eles tinham um ao outro.

Após minutos de beijos, ou talvez tenham sido várias tardes chuvosas, Zachary desceu os beijos pro pescoço de Vanessa. Ela sorriu, de olhos fechados, acariciando a cintura do marido com a ponta das unhas. Zachary beijava a pele dela com tal intensidade, que além das marcas vermelhas que apareciam rapidamente na pele dela, o rosto da morena balançava levemente a cada movimento dele. O sorriso de Vanessa era satisfeito, enquanto o marido a atiçava. Só que a cama estava muito longe. Longe demais pra mais de um ano de desejo guardado. Vanessa foi se abaixando, e Zachary junto, até que ela se sentou no chão impecavelmente lustrado. Zachary deitou ela com toda a calma no chão, e após se deitar sob ela, voltou a beijá-la. Vanessa arfou durante o beijo, ao sentir a mão dele subindo-lhe pelo interior da coxa, acariciando-lhe firmemente. A mão de Zachary ainda estava fria, pelo banho, mas isso não impedia que a pele dele se incendiasse sob a dele. Ele sorriu ao perceber a reação da esposa.

Zachary: Se importa? – Perguntou, com um sorriso divertido no rosto, olhando sugestivamente pro vestido dela.

Demoraria demais pra desamarrar o vestido. Vanessa sorriu por antecipação, e abriu os braços pro lado. Zachary riu levemente e se ergueu, começando a rasgar o vestido dela.
Ela o observou, com um sorriso de canto no rosto, lembrando-se da sua noite de núpcias. Novamente ela estava no chão, novamente ele lhe rasgava a roupa, novamente ele iria possuí-la, e mais uma vez ela não conseguiria fugir. Mas dessa vez era porque não queria.

Vanessa: Amor, pára! – Pediu, ruborizando, quando ele, após terminar de rasgar-lhe o vestido, que formou um tapete no chão em volta dos dois, pôs-se a observar fixamente o corpo dela, coberto apenas pelo espartilho e pelo mini-short.

Zachary: Tão linda, ma petit. – Murmurou, tocando-lhe a barriga sob o corpete frouxo. Vanessa prendeu a respiração pelo toque e se arrepiou por ser chamada pelo velho apelido. Zachary sentiu o estremecimento dela debaixo de sua mão, e sorriu, maliciosamente – Você gosta, petit? – Perguntou, observando-a, enquanto sua mão forte lhe subia pela barriga dela, debaixo do espartilho.

Vanessa: Unhum. – Murmurou, perdida no que sentia. Queria que ele lhe rasgasse o resto da roupa e lhe possuísse da maneira mais violenta que conseguisse, mas que acabasse com essa tortura.

Zachary: Eu não ouvi, petit. – Perguntou, perverso, enquanto subia a mão da barriga pro vale entre os seios dela. Ele passou o dedo indicado firmemente naquele ponto, fazendo ela ter vertigens. Vanessa gemeu baixinho, agoniada por mais.

Vanessa: Gosto. – Admitiu, sentindo o rosto ruborizar.

Zachary: Então peça para que eu continue. – Disse, parando a mão ali, sorrindo divertido. Vanessa abriu os olhos, encarando-o incredulamente. Mas ele estava falando sério.

Vanessa: Nem sonhe com isso. – Disse, com a sobrancelha erguida.

Zachary: Pede pra mim, petit. – Murmurou, após se deitar por cima dela, perto de seu ouvido. – Diz pra mim o que você quer que eu faça. Eu sou seu. Estou esperando as suas ordens. – Vanessa fechou os olhos, sentindo o hálito quente do marido na pele dela – Pede, petit. – Vanessa negou com a cabeça. Nesse momento ela sentiu os dedos dele começarem a tatear-lhe a pele. – Mande em mim. – Pediu com a voz rouca, antes de morder a orelha dela.

Vanessa: Zachary, pára com isso. – Implorou, torturada. Ele sorriu abertamente ao ver a reação dela.

Zachary: Eu não estou pedindo tanto. Me diga o que você quer, e eu farei.- Instigou, soprando o pescoço dela de leve, vendo-a se arrepiar.

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Cap 106 - Vanessa e Corbin

Oi meus amores agradeço de coração a preocupação comigo, agradeço estou mto bem pronta pra voltar pra vcs. Espero que gostem de coração e comentem , amo vcs 😍❤❤❤



Em média, um mês se passou. Vanessa já estava bem melhor. Porém, seu coração continuava em conflito. Edward foi visita-la quase todos os dias, e levou Rosalie diversas vezes. Zachary tinha ganas de ir também, mas não queria pressiona-la com sua presença.

Corbin: Vanessa, você está sendo tola. – Reclamou, depois de conversar longamente com a irmã.

Vanessa: Não estou, não. – Cruzou os braços.

Corbin: Você me disse que o verdadeiro amor sempre volta. – Lembrou, e Vanessa assentiu – Talvez o seu tenha voltado.

Vanessa: É, talvez. – Disse, irônica – O que Zachary já fez por mim, Corbin? É só me machucar, depois voltar e pedir desculpas. Não é assim.

Corbin: Vanessa, Zachary salvou sua vida. – Lembrou, sério.

Vanessa: Foi uma coincidência! Ele foi atrás de mim, e me encontrou ferida. Me carregou e me levou pra um hospital.

Corbin: Negativo. Ele tirou o veneno da cobra de você, antes disso.

Vanessa: Que? – Perguntou, suspresa.

Vanessa não sabia dessa parte. Zachary não contou. Só disse que havia encontrado ela. Mas Corbin não hesitaria em contar a verdade.

Corbin: Ferimento por ferimento. Se ele engolisse aquilo, podia ter morrido. Você estaria morta se ele não tivesse feito. Um por um, fez o que pode por você.

Vanessa: Eu... eu não sabia. – Murmurou, pensativa.

Corbin: Christopher matou a cobra, mas foi Zachary que tirou o veneno de você. Pense nisso.

Vanessa: Eu estou confusa, Corbin. – Assumiu, afundando no travesseiro.

Corbin: Não deixe que o amor escape por entre os seus dedos como Monique escapou de mim, Nessa. Dói muito olhar pra trás e não poder fazer nada. – Disse antes de dar um beijo na testa dela, e sair do quarto, deixando Vanessa entre a cruz e a espada.

Vanessa não dormiu aquela noite. A chuva açoitava a janela, e ela chorava. Estava decidida. Mas antes, precisava chorar toda a sua dor, pra que conseguisse. No dia seguinte, amanheceu calma. Já não havia o que chorar.

Médico: Está livre, senhora Herrera. – Anunciou, sorrindo, após verificar o pé dela. Estava livre do gesso.

Vanessa: Em nome de Deus, até que enfim. – Ela sorriu, acariciando o calcanhar.

O médico deu umas recomendações, como por exemplo não forçar muito o pé nos primeiros dias. Vanessa assentiu. Em seguida, passou uns minutos pensando. Se levantou, se banhou, se vestiu. Usou o único vestido preto que Zachary lhe mandara. Se penteou, e, verificando-se uma ultima vez, saiu de seu quarto.

Corbin: Boa sorte. Estarei sempre ao seu lado. – Desejou e disse, ao encontrar a irmã no corredor. Vanessa assentiu, o abraçou e seguiu.

Rafa flor, sim estou bem melhor. Morri de sdds tbm. Esses capítulos de agora vão ser bem emocionantes te garanto bjs 😘❤

Zanessa flor todos temos compromissos o importante é q vc sente falta e tá aqui, senti sua falta tbm não suma hein bjs 😘❤

Isa se é q posso te chamar assim sua primeira vez aqui né? Seja bem vinda espero q curta, bjs 😘❤

Gabiii flor sdds quase te mato do coração né kkkkkk n vou fazer de novo bjs 😘❤

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Cap 105 - Edward!

Meninas antes de mais nada desculpa, sei que vcs estão cansadas desses meus pedidos de desculpas e depois sumo de novo. Mas esse foi um caso sério, eu fiquei doente n tinha ânimo pra nd nem pra trabalhar mas eu fui. Só q me ausentei daqui senti mto a falta de vcs e espero q de coração vcs me perdoem por o sumiço e tudo. Só posso dizer q senti mto a falta de vcs de poder me comunicar de brincar e rir com cada comentários de vcs. Boa leitura e agradeço sim até breve pq n vou demorar a aparecer 😉😍❤❤❤





Vanessa: Edward. – Murmurou, sorrindo, ignorando o pai.
Edward: Interrompo? – Perguntou, olhando secamente pra Greg. Edward ouvira a ultima frase.
Greg: Não, é claro que não. – Respondeu, sorrindo, levemente descontraído – Bom, Vanessa. Vou deixa-la a sós com a sua visita. – Ele encarou a filha uma ultima vez, e saiu.
Vanessa: Odeio ele. – Comentou, sorrindo. Edward riu e se aproximou da cama.
Estou pensando em você
Hoje à noite em minha solidão insone. ♫

Edward se aproximou, e se sentou ao lado dela. Em seguida, ergueu a mão forte e fechou-a em volta do pescoço da morena, levemente. Vanessa ergueu a sobrancelha.
Edward: Se atreva a desaparecer desse jeito novamente, e seu destino não será muito agradável. – Ameaçou, apertando um pouco o pescoço dela, mas sorria. Vanessa riu.
Vanessa: Por favor, não me mate. – Fingiu estar asfixiando. Edward riu, e soltou o pescoço dela.
Se é errado amar você
Então meu coração não vai deixar agir certo ♫

Edward: Eu quase enlouqueci procurando você. – Comentou, segurando a mão dela.
Vanessa: Eu senti sua falta. – Comentou, sorrindo. A pele dela ainda se arrepiava sob o toque frio dele.
Porque me afoguei em você
E não sobreviverei sem você do meu lado ♫

Vanessa conversou com Edward por horas a fio. Os dois riam um do outro, do que fizeram enquanto o outro estava distante.

Vanessa: E Isabella? – Perguntou, por fim.

Edward: Está bem. A barriga dela já está saliente. – Comentou, sorrindo de canto – Esse filho tem sido minha razão de viver, ultimamente. – Ele observou Vanessa por um instante – Você vai voltar pra ele? – Perguntou, olhando-a.

Eu daria tudo de mim para ter
Só mais uma noite com você ♫


Vanessa: Eu não sei. Tenho medo e insegurança. Mas eu o amo, Edward. – Edward sorriu com a confissão dela – Eu o amo com cada fibra do meu coração. – Ela olhou pra as mãos, pensando nisso.
Edward: Ele te ama, também. – Vanessa ergueu o rosto. Não esperava ouvir isso. Não de Edward. – Ele sofreu muito, Nessa. Não aprovo as atitudes dele, mas não vou ser hipócrita. Eu não sabia que ele era capaz de chorar. – Acrescentou, com um sorriso torto no rosto.

Vanessa: Eu soube disso. – Acrescentou, pensativa.

Eu arriscaria minha vida para sentir
Seu corpo junto ao meu ♫


Edward: Você precisava ter visto aquilo. É uma pena não poder ter gravado. – Vanessa riu de leve – Entretanto, segundo Théo, daqui a anos haverá algo que se chamará câmera digital, e ai poderemos gravar as coisas. – Vanessa fez uma careta, e Edward riu.

Vanessa: Théo. – Disse, se lembrando do menino e suas tolices.

Edward: Eu estava pensando em nós dois, outro dia. – Comentou, pensativo.

Vanessa: E...? – Ela sorriu com a recordação das inúmeras tardes no chalé.

Porque eu não consigo deixar de
Viver na lembrança de nossa canção
Eu daria tudo de mim pelo seu amor hoje à noite ♫


Edward: Se você não amasse ele, e se Bella não fosse o meu ar, nós teríamos sido perfeitos, um pro outro. Fácil como respirar.

Vanessa: Talvez, quem sabe, se os nossos pais tivessem invertido os casais. Zachary estaria com Isabella, agora. E eu com você. E dezenas de filhinhos com os olhos da cor de wisky, correndo por aquela mansão. – Observou, sorrindo.

Edward: Bella e Zachary? – Vanessa assentiu, e ele riu – Não creio que tivesse dado certo. Você teria amado ele. Do mesmo jeito que ela seria minha, a partir do primeiro momento que eu a visse. Então, mais adultério. – Ele fez uma careta, e Vanessa riu – Se Rosalie fosse minha filha, eu teria tirado você dele. Não sei como, mas estaríamos longe.

Vanessa: Eu já pensei muito nisso. Seria absurdo. – Confessou, com uma careta. Edward riu.

Edward: Foi tudo fora do planejado. – Anahí assentiu – Agora só nos resta esperar o nosso final feliz, Nessa.

Vanessa: Eu não sei o que fazer. Eu não vejo o caminho do meu final feliz. – Assumiu, com a voz embargada.

Edward: Seu coração vai te mostrar o caminho, minha Vanessa. Espere e verá. – Ele avançou pra ela, que fechou os olhos. Então sentiu os lábios frios dele tocarem-lhe a testa sutilmente, em um doce beijo de despedida. Seu coração vai te mostrar, Vanessa.

Continua...

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Cap 104- Conversa de pai e filha (Maratona 4/5)

Vanessa parou de sorrir, e esperou. Com certeza o pai não fora ali para verificar se ela se sentia bem. Greg entrou no quarto, parando em seu interior, e encarou a filha, que manteve o olhar do pai.

Greg: Não sabe o quanto me envergonha, Vanessa. – Disse, com a voz inflexível.

Vanessa: Sinto-me completamente lisonjeada por isso. – Respondeu no mesmo tom de voz.


Greg:
Seattle toda falando de você. A mulher que abandonou um Efron. – Intitulou, frio.

Vanessa: Talvez devessem ter intitulado “A mulher que não agüentava mais sofrer”. – Respondeu, dura.

Greg: Você teve tudo, Vanessa. Desde pequena. Tudo. E eu lhe arrumei o melhor marido que pude. Um Efron. – Vanessa riu, sarcástica – E o que você faz? Não dá a ele o filho homem. – O sorriso de Vanessa se fechou. Uma coisa que não ia permitir era que Greg envolvesse Rosalie nisso. – E depois foge. Jogou meu nome na lama. – Acusou.

Vanessa: Não vou discutir com você. Fugi porque não agüentava mais ser humilhada, agredida. Sinto te decepcionar, papai, mas Zachary não foi a melhor escolha pra mim. – Greg revirou os olhos – Você falhou.

Greg: Falhei. Falhei ao criar você. Quando você nasceu, Vanessa, eu já tinha uma mulher. Eu já tinha Ashley. Eu queria um homem, um irmão para Corbin. Eu não quis você. Mas eu amava sua mãe, e você era a razão da vida dela. Eu errei ao permitir você aqui dentro. Errei ao não te colocar em um orfanato. – Disse, sem ter noção de como isso machucava a filha.

Vanessa: Pro diabo com os seus erros. Não te devo satisfações de minha vida. Saia daqui. – Rosnou, irritada.

Greg: Sempre tempestiva. – Reprovou – Ainda não, Vanessa. Mandarei que seu marido venha lhe buscar. Pode muito bem se recuperar na presença dele. – Vanessa levou um choque ao ouvir isso. Ainda não tinha decidido voltar pra Zachary.

Vanessa: Ele não virá. – Disse, com um sorriso frio se abrindo no rosto. Zachary viria em um piscar de olhos, voando, porém, só se a própria Vanessa o chamasse.

Greg: O que você quer fazer? Esfregar mais o nome da família na lama, Vanessa?

Vanessa ia responder, mas quando a voz ia sair, ela encontrou um par de olhos sorridentes, recém-chegados, atrás de Alexandre.
Um par de olhos cor de topázio.

Rafa flor pois é Greg só pensa nele, n pensa nos filhos. E tão bom ver esse Zac assim romântico né tô amando essa fase tbm 😍😍. Espero q goste bjs 😘😘❤

domingo, 9 de julho de 2017

Cap 103 - Como vai ser? (Maratona 3/5)

Zachary: Você não tem noção do quanto eu te procurei. – Comentou, distraído, acariciando a mão dela com a ponta do dedo – Eu me desesperei. Eu tinha voltado pra casa, voltado pra você, e você havia ido embora. E Rosalie. – Ele riu, amargo – Eu nunca pensei que uma criança me fizesse sentir tanta falta. – Comentou, lembrando de como o riso de Rosalie lhe dava saudade – Eu nem sabia que podia chorar. – Observou, olhando a mão dela.

Vanessa: Você chorou? – Perguntou, sem se conter.

Zachary: A primeira vez foi quando encontrei sua carta no berço dela. A partir daí perdi as contas. – Assumiu – Você despertou em mim o que eu achava ser impossível, Nessa. – Disse, erguendo os olhos pra ela, e Vanessa viu uma pequena lágrima brilhante no canto do olho dele. Zachary sorriu de canto ao ver que ela observava a cena, como uma criança curiosa.

Vanessa: Meu Deus. – Murmurou, olhando a lágrima no olhar dele.

Zachary: Você sabe que pela lei eu posso obrigar você a voltar pra casa. É minha mulher. É mãe da minha filha. Tem suas obrigações. – Observou, e Vanessa o encarou, séria. – Mas não vou faze-lo.

Vanessa: Que? – Perguntou, suspresa.

Zachary: Eu sei que você nunca vai conseguir me perdoar por tudo o que eu te fiz. Por ter te batido, te traído, te humilhado. Por ter violentado você no dia do seu aniversário. – Comentou, com uma careta.

Vanessa: Veja pelo lado positivo, isso nos trouxe Rosalie. – Disse, e antes que percebesse estava rindo. Zachary riu também.

Zachary: Foi o melhor erro que eu já cometi. – Observou, sorrindo ao se lembrar da filha – Sei que não vai me perdoar por nada disso. Eu te fiz mal demais. – Vanessa não disse nada. Ele sabia do que tinha feito. – Por outro lado, meu orgulho e meu ego são grandes demais pra eu conseguir perdoar você por ter me traído dentro da minha casa, com o meu irmão. – Vanessa abaixou a cabeça. Nessa hora um trovão ressonou lá fora. – Não. – Pediu, erguendo o rosto dela – Nós dois erramos. Erramos muito. Eu até mais que você. Não peço que me perdoe, porque perdão é algo bem complicado quando se trata de nós dois. Mas quero que me aceite de volta.

Vanessa: Zachary, eu acho que... – Interrompida.

Zachary: Caramba, Vanesa, eu amo você. – Assumiu, e ela perdeu o ar ao ouvir aquilo de novo – Eu amo você mais do que a mim mesmo. Minha vida sem você é um lixo. Do que me adianta ter tudo o que o dinheiro pode comprar, se a mulher que eu quero me rejeita? – Perguntou, e havia um toque de desespero em sua voz. – Volte pra mim, Vanessa. – Pediu, e ela franziu a sobrancelha. Duas lágrimas pesadas escorreram pelo seu rosto – Vamos tentar novamente. Eu, você, a nossa filha. Vai ser diferente, eu prometo. – Ele respirou fundo – Eu não vou exigir uma resposta sua, agora. Caso você resolva... resolva ir. – Ele fez uma careta – Eu não vou impedir. Está nas suas mãos. – Ele pegou o rosto dela entre as duas mãos, fazendo-a encara-lo – Eu amo você. Essa é a minha única verdade. – Concluiu, olhando-a.

Vanessa abraçou Zachary com toda a força que conseguiu. Ah, porque precisava ser assim? E se ela voltasse pra casa, e Zachary resolvesse amar Capitu novamente? Ela não estava pronta pra sofrer tudo aquilo de novo. Mas, por outro lado, era sua felicidade ali, lhe chamando de volta. Ela afundou o rosto no peito dele, deixando suas lágrimas inundarem o colete dele. Ele estava sem terno. Ele abraçou ela pelas costas, e deixou uma mão em dentre seu cabelo, afundando o rosto em seu pescoço, aspirando o perfume que mais amava. O perfume dela. Vanessa recebeu alta na manhã seguinte.
Corbin a levou pra casa do pai, enquanto ela não resolvia sua vida. Vanessa se sentia uma menina novamente. Helena manteve seu quarto exatamente do jeito que ela deixou, há tempos atrás. Vanessa deixou que Rosalie ficasse com Zachary, enquanto ela se recuperava. Era justo pra todos.


Helena: Ah, menina, fiquei tão preocupada. – Lamentou-se, ajeitando Vanessa na cama.

Vanessa: Não foi nada, Helena. – Tranqüilizou a senhora – Ficou tudo bem, no final.

Helena: Ainda assim. Uma cobra! – Ela suspirou.

Corbin: O que acontece é que sempre mimaram a Nessa demais, ai agora, até uma queda que ela toma, preocupa todo mundo. – Debochou, sorrindo ao se encostar na porta.

 Vanessa: Cala a boca, Bleu. – Alfinetou.Bleu vinha Corbin Bleu. Vanessa chamava Corbin de Bleu quando era pequena. Ele odiava.

Helena: Podem parar, os dois. – Reclamou, pondo a mão na cintura. Vanessa e Corbin riram – Ainda vão me colocar louca. Ande, Corbin, venha me ajudar a trazer as roupas que o Sr. Zachary  mandou da menina, pra cima.

Corbin: Porque eu? – Perguntou, enquanto Vanessa ria gostosamente.

Helena: Porque eu estou mandando. E vamos logo. – Ela empurrou Corbin pela porta, e os dois sumiram, ainda com Helena reclamando.


Vanessa riu, se abraçando. Era tudo exatamente como quando era criança. Tudo bem, Ashley não estava lá, mas ainda assim. Ela sorria, lembrando dos tempos em que corria de Corbin pelo jardim da mansão, rindo alegremente. Era tão mais fácil. Não haviam problemas.
Qualquer coisa, era só gritar, e alguém apareceria pra resolver. Seu sorriso se fechou quando sua atenção retornou ao quarto. Havia um homem parado na porta do quarto, observando-a duramente. Greg.

Mari sua sumida q sdds, n fique tanto tempo sem aparecer n ta. tudo bem flor? Esses caps tem sido bastante emocionantes mesmo ne. bom Zac vai dar o espaço da nessa pra ela pensar e ela precisa saber mais coisas q aconteceu q ngm contou a ela bjs.

Rafa flor n morre n hein, nessa vai ficar com o Zac so precisamos dar tempo ao tempo, bjs.

GAbi flor, Zac sabia la no fundo quem ela era. njs

sábado, 8 de julho de 2017

Cap 102 - Zanessa (Maratona 2/5)

Assim que foi liberado, Zachary se postou ao lado de Vanessa em seu leito, e de lá não saiu. A morena tinha a aparência fraca, débil. As horas se passaram, e ela não se movia, apenas respirava. Seus cabelos estavam soltos, no travesseiro branco. Ela vestia uma camisola amarela-clara, do hospital. Zachary segurou a mão dela pelas horas a fio. Parecia não piscar os olhos, enquanto observava a esposa. Pediu pra levarem uma Rosalie irritada pra casa, não achava bom que ela ficasse no hospital muito tempo. Os cantos da boca de Vanessa estavam vermelhos, e seus pulsos tinham grandes curativos. A madrugada e a chuva reinavam lá fora, quando Vanessa começou a falar.

Vanessa: Era mentira. – Sussurrou, virando o rosto levemente pro rosto pro lado. Zachary encarou ela, atentamente.

Zachary: Calma. – Pediu, acariciando-lhe o cabelo.

Vanessa: Capitu. – Sussurrou novamente, franzindo a sobrancelha.

Zachary: Já acabou. – Acalmou, ainda acariciando-a.

 Vanessa: Não adianta, era mentira. – Murmurou, atordoada.

Zachary: O que era mentira, meu amor? – Tentou acalmar, vendo a agitação dela.

Vanessa: Tudo. O filho. A mãe do Zachary. Era mentira. – Ela se balançou de novo, com uma expressão de dor no rosto.

Zachary: Calma, Nessa. – Ele beijou a testa dela. Vanessa se aquietou por um instante, e ele a observou, pensativo. Uns minutos depois, a loura abriu os olhos, e o encarou fixamente.

Vanessa: Não. – Ela recuou, se encolhendo na cama, ao focalizar Zachary em sua frente.

Zachary: Calma. Está tudo bem agora. – Acalmou ela, segurando-a pelo ombro. A pele dela queimou sob o toque dele. Já ele tinha vontade de possuí-la ali mesmo.

Vanessa: Não está bem. Você me encontrou. – Concluiu, se sentando. Sua cabeça estava um pouco pesada, pelos remédios – Rosalie. Cadê a minha filha?! – Perguntou, assustada

Zachary: Nessa, calma. Rose está em casa, Ashley está cuidando dela. Ela está bem. – Vanessa suspirou, relaxando na cama. – Porque fugiu, Vanessa? – Perguntou, sentando-se nos pés da cama, ainda segurando a mão dela.

Vanessa encarou Zachary, sentindo o coração pular. Pensou no que Capitu dissera. Ele terminou com ela. Sua vontade era de pular em seu pescoço, e se entregar a ele de todas as formas possíveis. Mas ela não o fez.

Zachary: Maldição, você ainda deve estar confusa. – Constatou, quando ela não respondeu – Vou pedir a enfermeira pra lhe trazer algo pra cabeça, deve ajudar. – E se levantou, mas ela segurou sua mão. Zachary olhou primeiro pra as mãos dos dois, pra as duas alianças se segurando, e depois encarou-a.

Vanessa: Não estou confusa. – Respondeu, puxando-o de volta. Zachary se sentou novamente. As mãos dos dois pareciam não querer se soltar, por isso continuaram juntas.

Vanessa: Zachary, eu preciso te... – Interrompida

Enfermeira: Com licença. – Pediu, entrando no quarto. Zachary se levantou, enquanto a enfermeira examinava a mulher.

Vanessa gemeu ao ter as pernas descobertas. A cada mordida da cobra, ficara um ponto roxo grande em volta. Doeu quando a enfermeira verificou o curativo.

Zachary: Cuidaremos disso, também. – Murmurou pra ela, ao perceber a vaidade ferida da esposa. Vanessa sorriu de canto, e suspirou.

Enfermeira: Logo poderá ir para sua casa, senhora Efron. – Anunciou, sorrindo bondosamente, e cobrindo Vanessa novamente. Zachary observou a morena, e viu ela abaixar o olhar pra as mãos, com o pensamento distante.

A Enfermeira deu uma porção de remédios pra Vanessa, que bebeu em silêncio. Em seguida, saiu, deixando marido e mulher a sós novamente.

Zachary: E então...? – Perguntou, se sentando ao lado dela na beira da cama. Vanessa queria muito pegar a mão dele novamente, mas não tinha coragem pra isso. – Se você quiser descansar mais, podemos conversar depois. Deve estar confusa ainda. – Acalmou, observando-a.

Vanessa: Não, não estou. – Mentiu. Sua cabeça estava pesada, e doía fracamente. Estava tonta, e enjoada. Só que isso não podia ser prorrogado – Eu preciso que me escute. Antes de qualquer coisa. Eu quero te dizer o que aconteceu comigo. Eu preciso.

Zachary: Está tudo bem. – Ele pegou a mão dela, e ela sorriu por dentro com isso. Pegou a mão do marido e segurou-a com carinho, enquanto tomava coragem pra falar – Me diga. Quem te fez aquilo? – Perguntou, sério.

Vanessa: Foi ela. Capitu.

Vanessa viu o rosto de Zachary se fechar em uma mascara furiosa. Capitu era vingativa, ele sabia. Mas não sabia que chegaria a tanto. Vanessa poderia estar morta.

Zachary: Desgraçada. – Rosnou, se levantando bruscamente. Mas Vanessa segurou a mão dele com toda a força que pode reunir. Foi muito pouco, mas ele sentiu que ela não queria que ele fosse.

Vanessa: Não me deixe só. – Murmurou, por fim. Ficara sozinha muito tempo. Zachary sentiu o peito se oprimir de vontade de beija-la, de abraça-la. Tudo bem, mataria Capitu depois. Ele se sentou ao lado dela novamente, e beijou as costas de sua mão levemente. – Obrigado. – Respondeu, acanhada, e ele sorriu de canto – Zachary, tem outra coisa. Outra coisa muito séria, eu preciso te dizer. – Ela suspirou, e começou a falar.

Vanessa contou toda a história a Zachary. Desde o filho, até a fuga com Escobar. Ela viu o rosto do marido sem expressão, observando-a. Deus, que Zachary acreditasse nela, pelo menos dessa vez.

Vanessa: Então... foi isso. Eu não quero que pense que estou dizendo isso porque quero fazer algum tipo de intriga, ou qualquer outra coisa. Zachary, eu quero o seu bem. – Admitiu, segurando um “eu te amo” dentro da garganta.

Zachary: É você. – Murmurou, olhando-a atentamente.

Vanessa: Desculpe? – Perguntou, confusa, enquanto acariciava a mão dele, satisfazendo sua vontade, e ao mesmo tempo tentando conforta-lo.

Zachary: Meu bem. É você. – Vanessa engoliu em seco – Não importa o... – Ele hesitou. Tudo o que sabia de si mesmo era mentira. – Não importa o que aconteceu. Ela, e tudo o que vem relacionado a ela, é um capitulo fechado. Um capitulo recheado de mentiras. – Disse, e Vanessa pode sentir o ódio na voz dele – Mas você é o meu presente, e o meu futuro.

Vanessa: Zachary, por favor. – Pediu, fraca. – Nós já tentamos, diversas vezes. Não deu certo. – Se obrigou a dizer.

Zachary: Antes de continuarmos. Me diga, minha Nessa. Diga olhando pros meus olhos. Diga que eu não consegui matar o amor que você sentia por mim. – Pediu, encarando-a.

Vanessa encarou ele por segundos a fio. Queria tanto abraça-lo, que seu peito arfava. Ela sentiu os olhos se umedecerem, enquanto procurava voz pra responder.

Vanessa: Eu não quero mais me machucar, meu amor. – Assumiu, com a voz embargada. Zachary respirou fundo, e sorriu de canto, encarando a mulher.

Continua...

Rafa flor q bom q vc gostou, nem me fala a cena da Rose com o Zac e emocionante. Graças a deus todos estao bem hahaha, todo dia tem um cap n se preocupe. beijooos 

Gabi flor ele n sabia mas desconfiava ne agr q sabe ta uma fera, vamos ver o q ele vai fazer com ela. beijoos 

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Cap 101 - " Papai esta aqui " (Maratona 1/5)

Meus amores voltei e como prometido aqui comeca nossa maratona de 5 capitulos eu sei e pouco mas por enquanto vai ser so esses. Espero mto q gostem e comentem bjs amo vcs... 
Ah fiquei sabendo q e ou foi niver de uma pesso mto especial aqui a Rafa, flor te desejo tudo de melhor nessa vida amo a sua companhia aqui, amei e to amando te conhecer cada vez mais. Espero q goste desse capitulo dedicado a vc, bjs feliz cumple...



Zachary entrou em desespero quando Vanessa desmaiou novamente. Pense, seu idiota. Um médico. Era disso que ela precisava. Ele carregou o corpo mole da esposa, e saiu como um raio pelo corredor do hotel. Em poucos minutos, entrava no hospital mais caro da cidade (Obviamente, era onde os Efron se tratavam quando adoeciam), levando ela no colo. Uma enfermeira levou Vanessa, e deixou Zachary sozinho.
 
Edward: E então? – Perguntou, entrando na sala onde Zachary estava, acompanhado por Ashley – Christopher chegou em casa com Rosalie, e disse que Vanessa estava ferida. O que houve?
 
Zachary: Uma cobra. – Murmurou, lembrando-se do animal. – Eu vou matar quem prendeu ela ali. – Disse pra si mesmo – Vou matar com as minhas mãos.
 
Ashley: Prendeu? – Perguntou, confusa.
 
Zachary: Prendeu. Estava amarrada a cabeceira da cama, e amordaçada. Alguém fez isso com ela.
 
Edward: Mas quem?
 
XXXX: Senhor Efron? – Chamou, entrando na sala. O médico era novo em Seattle, por isso não conhecia o rosto de Zachary.
 
Zachary: Aqui. – Respondeu, se erguendo da cadeira – Minha mulher?
 
Médico: Ficará bem. – Zachary suspirou, sentindo um alivio violento se apossar dele – Está dormindo, agora. Foi muita sorte ela ter sobrevivido. A maioria dos ferimentos está na perna direita, mas eu verifiquei, e está tudo limpo. Eu sedei ela, pra evitar a dor dos procedimentos, por isso ainda está adormecida.

Zachary: Quando ela acorda?
 
Médico: Daqui à umas... 5 horas, por ai. – Zachary assentiu.
 
Zachary: Eu posso ver ela?
 
Médico: Agora, não. As enfermeiras estão cuidando dos outros ferimentos dela, aproveitando seu sono. Ela tem a boca ferida, e os pulsos também, ao que parece forçou eles demais. Mas logo o senhor será liberado para vê-la. – Zachary assentiu, e o médico, após pedir licença, saiu. 

Zachary: Obrigado, meu Deus. – Murmurou pra si mesmo. Mas nessa hora, um gritinho animado e inocente inundou a sala. Zachary se virou, com o coração pulando de saudade. Christopher entrava no hospital, trazendo uma Rosalie que só faltava bater no tio, querendo ir pro colo do pai. A menina dava gritinhos, pulava, ria, batia palmas. Zachary sorriu de canto. Sonhou tanto em ver aquele sorriso novamente.

 Zachary: Rose. – Murmurou pra si mesmo, enquanto avançava pra filha.
 
Christopher entregou a menina a Zachary, que se agarrou com força ao pai. Zachary aspirou o cheiro da filha, como se dependesse disso pra viver, enquanto a acolhia em seu peito. A saudade era tanta que fazia ele querer gritar. Ele encheu o rostinho e o pescoço de Rosalie com beijinhos estralados, fazendo ela rir.
 
Zachary: O que foi? – Perguntou, sorrindo, enquanto a filha ria nos braços dele. Rosalie tapou os olhinhos com as mãos por um momento, e depois destampou-os depressa, fazendo carinha sapeca, e tocou o peito de Zachary. Zachary se derreteu com isso. – É, o papai está aqui, minha sapeca. – Rosalie bateu palminhas, enquanto Zachary beijava ela de novo.
 
O sorriso de Zachary se fechou ao ver a expressão da filha. Ela varria a sala de espera do hospital, com um olhar ansioso e curioso. Procurava a mãe.

Zachary: A mamãe não está aqui. – Respondeu, acariciando os cabelos da menina, que estavam com um penteado fofinho – Não está, meu amor. – Rosalie fez bico – Não, não chore. Nós vamos ver ela daqui a pouco, sim? – Rosalie continuou com bico – Mas não pode chorar. – Avisou, olhando-a.

Era incrível. A cor dos olhos de Rosalie era minuciosamente idêntica ao seus. Era como se olhar num espelho pequeno e moreno. Rosalie abraçou o pai de novo, e ele ninou ela. Passara tanto tempo imaginando o momento que poderia nina-la de novo, que agora que podia faze-lo, era surreal.

 Rafa flor como assim presente de niver? pq vc n me avisou q faria um capitulo pra vc. Bom n foi grande mas foi de coracao espero q vc goste e mais uma vez feliz niver.

Gabi flor s zac chegou aleluia, capitulo tem e vai sofrer as consequencias ta bjs...