segunda-feira, 10 de julho de 2017

Cap 104- Conversa de pai e filha (Maratona 4/5)

Vanessa parou de sorrir, e esperou. Com certeza o pai não fora ali para verificar se ela se sentia bem. Greg entrou no quarto, parando em seu interior, e encarou a filha, que manteve o olhar do pai.

Greg: Não sabe o quanto me envergonha, Vanessa. – Disse, com a voz inflexível.

Vanessa: Sinto-me completamente lisonjeada por isso. – Respondeu no mesmo tom de voz.


Greg:
Seattle toda falando de você. A mulher que abandonou um Efron. – Intitulou, frio.

Vanessa: Talvez devessem ter intitulado “A mulher que não agüentava mais sofrer”. – Respondeu, dura.

Greg: Você teve tudo, Vanessa. Desde pequena. Tudo. E eu lhe arrumei o melhor marido que pude. Um Efron. – Vanessa riu, sarcástica – E o que você faz? Não dá a ele o filho homem. – O sorriso de Vanessa se fechou. Uma coisa que não ia permitir era que Greg envolvesse Rosalie nisso. – E depois foge. Jogou meu nome na lama. – Acusou.

Vanessa: Não vou discutir com você. Fugi porque não agüentava mais ser humilhada, agredida. Sinto te decepcionar, papai, mas Zachary não foi a melhor escolha pra mim. – Greg revirou os olhos – Você falhou.

Greg: Falhei. Falhei ao criar você. Quando você nasceu, Vanessa, eu já tinha uma mulher. Eu já tinha Ashley. Eu queria um homem, um irmão para Corbin. Eu não quis você. Mas eu amava sua mãe, e você era a razão da vida dela. Eu errei ao permitir você aqui dentro. Errei ao não te colocar em um orfanato. – Disse, sem ter noção de como isso machucava a filha.

Vanessa: Pro diabo com os seus erros. Não te devo satisfações de minha vida. Saia daqui. – Rosnou, irritada.

Greg: Sempre tempestiva. – Reprovou – Ainda não, Vanessa. Mandarei que seu marido venha lhe buscar. Pode muito bem se recuperar na presença dele. – Vanessa levou um choque ao ouvir isso. Ainda não tinha decidido voltar pra Zachary.

Vanessa: Ele não virá. – Disse, com um sorriso frio se abrindo no rosto. Zachary viria em um piscar de olhos, voando, porém, só se a própria Vanessa o chamasse.

Greg: O que você quer fazer? Esfregar mais o nome da família na lama, Vanessa?

Vanessa ia responder, mas quando a voz ia sair, ela encontrou um par de olhos sorridentes, recém-chegados, atrás de Alexandre.
Um par de olhos cor de topázio.

Rafa flor pois é Greg só pensa nele, n pensa nos filhos. E tão bom ver esse Zac assim romântico né tô amando essa fase tbm 😍😍. Espero q goste bjs 😘😘❤

domingo, 9 de julho de 2017

Cap 103 - Como vai ser? (Maratona 3/5)

Zachary: Você não tem noção do quanto eu te procurei. – Comentou, distraído, acariciando a mão dela com a ponta do dedo – Eu me desesperei. Eu tinha voltado pra casa, voltado pra você, e você havia ido embora. E Rosalie. – Ele riu, amargo – Eu nunca pensei que uma criança me fizesse sentir tanta falta. – Comentou, lembrando de como o riso de Rosalie lhe dava saudade – Eu nem sabia que podia chorar. – Observou, olhando a mão dela.

Vanessa: Você chorou? – Perguntou, sem se conter.

Zachary: A primeira vez foi quando encontrei sua carta no berço dela. A partir daí perdi as contas. – Assumiu – Você despertou em mim o que eu achava ser impossível, Nessa. – Disse, erguendo os olhos pra ela, e Vanessa viu uma pequena lágrima brilhante no canto do olho dele. Zachary sorriu de canto ao ver que ela observava a cena, como uma criança curiosa.

Vanessa: Meu Deus. – Murmurou, olhando a lágrima no olhar dele.

Zachary: Você sabe que pela lei eu posso obrigar você a voltar pra casa. É minha mulher. É mãe da minha filha. Tem suas obrigações. – Observou, e Vanessa o encarou, séria. – Mas não vou faze-lo.

Vanessa: Que? – Perguntou, suspresa.

Zachary: Eu sei que você nunca vai conseguir me perdoar por tudo o que eu te fiz. Por ter te batido, te traído, te humilhado. Por ter violentado você no dia do seu aniversário. – Comentou, com uma careta.

Vanessa: Veja pelo lado positivo, isso nos trouxe Rosalie. – Disse, e antes que percebesse estava rindo. Zachary riu também.

Zachary: Foi o melhor erro que eu já cometi. – Observou, sorrindo ao se lembrar da filha – Sei que não vai me perdoar por nada disso. Eu te fiz mal demais. – Vanessa não disse nada. Ele sabia do que tinha feito. – Por outro lado, meu orgulho e meu ego são grandes demais pra eu conseguir perdoar você por ter me traído dentro da minha casa, com o meu irmão. – Vanessa abaixou a cabeça. Nessa hora um trovão ressonou lá fora. – Não. – Pediu, erguendo o rosto dela – Nós dois erramos. Erramos muito. Eu até mais que você. Não peço que me perdoe, porque perdão é algo bem complicado quando se trata de nós dois. Mas quero que me aceite de volta.

Vanessa: Zachary, eu acho que... – Interrompida.

Zachary: Caramba, Vanesa, eu amo você. – Assumiu, e ela perdeu o ar ao ouvir aquilo de novo – Eu amo você mais do que a mim mesmo. Minha vida sem você é um lixo. Do que me adianta ter tudo o que o dinheiro pode comprar, se a mulher que eu quero me rejeita? – Perguntou, e havia um toque de desespero em sua voz. – Volte pra mim, Vanessa. – Pediu, e ela franziu a sobrancelha. Duas lágrimas pesadas escorreram pelo seu rosto – Vamos tentar novamente. Eu, você, a nossa filha. Vai ser diferente, eu prometo. – Ele respirou fundo – Eu não vou exigir uma resposta sua, agora. Caso você resolva... resolva ir. – Ele fez uma careta – Eu não vou impedir. Está nas suas mãos. – Ele pegou o rosto dela entre as duas mãos, fazendo-a encara-lo – Eu amo você. Essa é a minha única verdade. – Concluiu, olhando-a.

Vanessa abraçou Zachary com toda a força que conseguiu. Ah, porque precisava ser assim? E se ela voltasse pra casa, e Zachary resolvesse amar Capitu novamente? Ela não estava pronta pra sofrer tudo aquilo de novo. Mas, por outro lado, era sua felicidade ali, lhe chamando de volta. Ela afundou o rosto no peito dele, deixando suas lágrimas inundarem o colete dele. Ele estava sem terno. Ele abraçou ela pelas costas, e deixou uma mão em dentre seu cabelo, afundando o rosto em seu pescoço, aspirando o perfume que mais amava. O perfume dela. Vanessa recebeu alta na manhã seguinte.
Corbin a levou pra casa do pai, enquanto ela não resolvia sua vida. Vanessa se sentia uma menina novamente. Helena manteve seu quarto exatamente do jeito que ela deixou, há tempos atrás. Vanessa deixou que Rosalie ficasse com Zachary, enquanto ela se recuperava. Era justo pra todos.


Helena: Ah, menina, fiquei tão preocupada. – Lamentou-se, ajeitando Vanessa na cama.

Vanessa: Não foi nada, Helena. – Tranqüilizou a senhora – Ficou tudo bem, no final.

Helena: Ainda assim. Uma cobra! – Ela suspirou.

Corbin: O que acontece é que sempre mimaram a Nessa demais, ai agora, até uma queda que ela toma, preocupa todo mundo. – Debochou, sorrindo ao se encostar na porta.

 Vanessa: Cala a boca, Bleu. – Alfinetou.Bleu vinha Corbin Bleu. Vanessa chamava Corbin de Bleu quando era pequena. Ele odiava.

Helena: Podem parar, os dois. – Reclamou, pondo a mão na cintura. Vanessa e Corbin riram – Ainda vão me colocar louca. Ande, Corbin, venha me ajudar a trazer as roupas que o Sr. Zachary  mandou da menina, pra cima.

Corbin: Porque eu? – Perguntou, enquanto Vanessa ria gostosamente.

Helena: Porque eu estou mandando. E vamos logo. – Ela empurrou Corbin pela porta, e os dois sumiram, ainda com Helena reclamando.


Vanessa riu, se abraçando. Era tudo exatamente como quando era criança. Tudo bem, Ashley não estava lá, mas ainda assim. Ela sorria, lembrando dos tempos em que corria de Corbin pelo jardim da mansão, rindo alegremente. Era tão mais fácil. Não haviam problemas.
Qualquer coisa, era só gritar, e alguém apareceria pra resolver. Seu sorriso se fechou quando sua atenção retornou ao quarto. Havia um homem parado na porta do quarto, observando-a duramente. Greg.

Mari sua sumida q sdds, n fique tanto tempo sem aparecer n ta. tudo bem flor? Esses caps tem sido bastante emocionantes mesmo ne. bom Zac vai dar o espaço da nessa pra ela pensar e ela precisa saber mais coisas q aconteceu q ngm contou a ela bjs.

Rafa flor n morre n hein, nessa vai ficar com o Zac so precisamos dar tempo ao tempo, bjs.

GAbi flor, Zac sabia la no fundo quem ela era. njs

sábado, 8 de julho de 2017

Cap 102 - Zanessa (Maratona 2/5)

Assim que foi liberado, Zachary se postou ao lado de Vanessa em seu leito, e de lá não saiu. A morena tinha a aparência fraca, débil. As horas se passaram, e ela não se movia, apenas respirava. Seus cabelos estavam soltos, no travesseiro branco. Ela vestia uma camisola amarela-clara, do hospital. Zachary segurou a mão dela pelas horas a fio. Parecia não piscar os olhos, enquanto observava a esposa. Pediu pra levarem uma Rosalie irritada pra casa, não achava bom que ela ficasse no hospital muito tempo. Os cantos da boca de Vanessa estavam vermelhos, e seus pulsos tinham grandes curativos. A madrugada e a chuva reinavam lá fora, quando Vanessa começou a falar.

Vanessa: Era mentira. – Sussurrou, virando o rosto levemente pro rosto pro lado. Zachary encarou ela, atentamente.

Zachary: Calma. – Pediu, acariciando-lhe o cabelo.

Vanessa: Capitu. – Sussurrou novamente, franzindo a sobrancelha.

Zachary: Já acabou. – Acalmou, ainda acariciando-a.

 Vanessa: Não adianta, era mentira. – Murmurou, atordoada.

Zachary: O que era mentira, meu amor? – Tentou acalmar, vendo a agitação dela.

Vanessa: Tudo. O filho. A mãe do Zachary. Era mentira. – Ela se balançou de novo, com uma expressão de dor no rosto.

Zachary: Calma, Nessa. – Ele beijou a testa dela. Vanessa se aquietou por um instante, e ele a observou, pensativo. Uns minutos depois, a loura abriu os olhos, e o encarou fixamente.

Vanessa: Não. – Ela recuou, se encolhendo na cama, ao focalizar Zachary em sua frente.

Zachary: Calma. Está tudo bem agora. – Acalmou ela, segurando-a pelo ombro. A pele dela queimou sob o toque dele. Já ele tinha vontade de possuí-la ali mesmo.

Vanessa: Não está bem. Você me encontrou. – Concluiu, se sentando. Sua cabeça estava um pouco pesada, pelos remédios – Rosalie. Cadê a minha filha?! – Perguntou, assustada

Zachary: Nessa, calma. Rose está em casa, Ashley está cuidando dela. Ela está bem. – Vanessa suspirou, relaxando na cama. – Porque fugiu, Vanessa? – Perguntou, sentando-se nos pés da cama, ainda segurando a mão dela.

Vanessa encarou Zachary, sentindo o coração pular. Pensou no que Capitu dissera. Ele terminou com ela. Sua vontade era de pular em seu pescoço, e se entregar a ele de todas as formas possíveis. Mas ela não o fez.

Zachary: Maldição, você ainda deve estar confusa. – Constatou, quando ela não respondeu – Vou pedir a enfermeira pra lhe trazer algo pra cabeça, deve ajudar. – E se levantou, mas ela segurou sua mão. Zachary olhou primeiro pra as mãos dos dois, pra as duas alianças se segurando, e depois encarou-a.

Vanessa: Não estou confusa. – Respondeu, puxando-o de volta. Zachary se sentou novamente. As mãos dos dois pareciam não querer se soltar, por isso continuaram juntas.

Vanessa: Zachary, eu preciso te... – Interrompida

Enfermeira: Com licença. – Pediu, entrando no quarto. Zachary se levantou, enquanto a enfermeira examinava a mulher.

Vanessa gemeu ao ter as pernas descobertas. A cada mordida da cobra, ficara um ponto roxo grande em volta. Doeu quando a enfermeira verificou o curativo.

Zachary: Cuidaremos disso, também. – Murmurou pra ela, ao perceber a vaidade ferida da esposa. Vanessa sorriu de canto, e suspirou.

Enfermeira: Logo poderá ir para sua casa, senhora Efron. – Anunciou, sorrindo bondosamente, e cobrindo Vanessa novamente. Zachary observou a morena, e viu ela abaixar o olhar pra as mãos, com o pensamento distante.

A Enfermeira deu uma porção de remédios pra Vanessa, que bebeu em silêncio. Em seguida, saiu, deixando marido e mulher a sós novamente.

Zachary: E então...? – Perguntou, se sentando ao lado dela na beira da cama. Vanessa queria muito pegar a mão dele novamente, mas não tinha coragem pra isso. – Se você quiser descansar mais, podemos conversar depois. Deve estar confusa ainda. – Acalmou, observando-a.

Vanessa: Não, não estou. – Mentiu. Sua cabeça estava pesada, e doía fracamente. Estava tonta, e enjoada. Só que isso não podia ser prorrogado – Eu preciso que me escute. Antes de qualquer coisa. Eu quero te dizer o que aconteceu comigo. Eu preciso.

Zachary: Está tudo bem. – Ele pegou a mão dela, e ela sorriu por dentro com isso. Pegou a mão do marido e segurou-a com carinho, enquanto tomava coragem pra falar – Me diga. Quem te fez aquilo? – Perguntou, sério.

Vanessa: Foi ela. Capitu.

Vanessa viu o rosto de Zachary se fechar em uma mascara furiosa. Capitu era vingativa, ele sabia. Mas não sabia que chegaria a tanto. Vanessa poderia estar morta.

Zachary: Desgraçada. – Rosnou, se levantando bruscamente. Mas Vanessa segurou a mão dele com toda a força que pode reunir. Foi muito pouco, mas ele sentiu que ela não queria que ele fosse.

Vanessa: Não me deixe só. – Murmurou, por fim. Ficara sozinha muito tempo. Zachary sentiu o peito se oprimir de vontade de beija-la, de abraça-la. Tudo bem, mataria Capitu depois. Ele se sentou ao lado dela novamente, e beijou as costas de sua mão levemente. – Obrigado. – Respondeu, acanhada, e ele sorriu de canto – Zachary, tem outra coisa. Outra coisa muito séria, eu preciso te dizer. – Ela suspirou, e começou a falar.

Vanessa contou toda a história a Zachary. Desde o filho, até a fuga com Escobar. Ela viu o rosto do marido sem expressão, observando-a. Deus, que Zachary acreditasse nela, pelo menos dessa vez.

Vanessa: Então... foi isso. Eu não quero que pense que estou dizendo isso porque quero fazer algum tipo de intriga, ou qualquer outra coisa. Zachary, eu quero o seu bem. – Admitiu, segurando um “eu te amo” dentro da garganta.

Zachary: É você. – Murmurou, olhando-a atentamente.

Vanessa: Desculpe? – Perguntou, confusa, enquanto acariciava a mão dele, satisfazendo sua vontade, e ao mesmo tempo tentando conforta-lo.

Zachary: Meu bem. É você. – Vanessa engoliu em seco – Não importa o... – Ele hesitou. Tudo o que sabia de si mesmo era mentira. – Não importa o que aconteceu. Ela, e tudo o que vem relacionado a ela, é um capitulo fechado. Um capitulo recheado de mentiras. – Disse, e Vanessa pode sentir o ódio na voz dele – Mas você é o meu presente, e o meu futuro.

Vanessa: Zachary, por favor. – Pediu, fraca. – Nós já tentamos, diversas vezes. Não deu certo. – Se obrigou a dizer.

Zachary: Antes de continuarmos. Me diga, minha Nessa. Diga olhando pros meus olhos. Diga que eu não consegui matar o amor que você sentia por mim. – Pediu, encarando-a.

Vanessa encarou ele por segundos a fio. Queria tanto abraça-lo, que seu peito arfava. Ela sentiu os olhos se umedecerem, enquanto procurava voz pra responder.

Vanessa: Eu não quero mais me machucar, meu amor. – Assumiu, com a voz embargada. Zachary respirou fundo, e sorriu de canto, encarando a mulher.

Continua...

Rafa flor q bom q vc gostou, nem me fala a cena da Rose com o Zac e emocionante. Graças a deus todos estao bem hahaha, todo dia tem um cap n se preocupe. beijooos 

Gabi flor ele n sabia mas desconfiava ne agr q sabe ta uma fera, vamos ver o q ele vai fazer com ela. beijoos 

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Cap 101 - " Papai esta aqui " (Maratona 1/5)

Meus amores voltei e como prometido aqui comeca nossa maratona de 5 capitulos eu sei e pouco mas por enquanto vai ser so esses. Espero mto q gostem e comentem bjs amo vcs... 
Ah fiquei sabendo q e ou foi niver de uma pesso mto especial aqui a Rafa, flor te desejo tudo de melhor nessa vida amo a sua companhia aqui, amei e to amando te conhecer cada vez mais. Espero q goste desse capitulo dedicado a vc, bjs feliz cumple...



Zachary entrou em desespero quando Vanessa desmaiou novamente. Pense, seu idiota. Um médico. Era disso que ela precisava. Ele carregou o corpo mole da esposa, e saiu como um raio pelo corredor do hotel. Em poucos minutos, entrava no hospital mais caro da cidade (Obviamente, era onde os Efron se tratavam quando adoeciam), levando ela no colo. Uma enfermeira levou Vanessa, e deixou Zachary sozinho.
 
Edward: E então? – Perguntou, entrando na sala onde Zachary estava, acompanhado por Ashley – Christopher chegou em casa com Rosalie, e disse que Vanessa estava ferida. O que houve?
 
Zachary: Uma cobra. – Murmurou, lembrando-se do animal. – Eu vou matar quem prendeu ela ali. – Disse pra si mesmo – Vou matar com as minhas mãos.
 
Ashley: Prendeu? – Perguntou, confusa.
 
Zachary: Prendeu. Estava amarrada a cabeceira da cama, e amordaçada. Alguém fez isso com ela.
 
Edward: Mas quem?
 
XXXX: Senhor Efron? – Chamou, entrando na sala. O médico era novo em Seattle, por isso não conhecia o rosto de Zachary.
 
Zachary: Aqui. – Respondeu, se erguendo da cadeira – Minha mulher?
 
Médico: Ficará bem. – Zachary suspirou, sentindo um alivio violento se apossar dele – Está dormindo, agora. Foi muita sorte ela ter sobrevivido. A maioria dos ferimentos está na perna direita, mas eu verifiquei, e está tudo limpo. Eu sedei ela, pra evitar a dor dos procedimentos, por isso ainda está adormecida.

Zachary: Quando ela acorda?
 
Médico: Daqui à umas... 5 horas, por ai. – Zachary assentiu.
 
Zachary: Eu posso ver ela?
 
Médico: Agora, não. As enfermeiras estão cuidando dos outros ferimentos dela, aproveitando seu sono. Ela tem a boca ferida, e os pulsos também, ao que parece forçou eles demais. Mas logo o senhor será liberado para vê-la. – Zachary assentiu, e o médico, após pedir licença, saiu. 

Zachary: Obrigado, meu Deus. – Murmurou pra si mesmo. Mas nessa hora, um gritinho animado e inocente inundou a sala. Zachary se virou, com o coração pulando de saudade. Christopher entrava no hospital, trazendo uma Rosalie que só faltava bater no tio, querendo ir pro colo do pai. A menina dava gritinhos, pulava, ria, batia palmas. Zachary sorriu de canto. Sonhou tanto em ver aquele sorriso novamente.

 Zachary: Rose. – Murmurou pra si mesmo, enquanto avançava pra filha.
 
Christopher entregou a menina a Zachary, que se agarrou com força ao pai. Zachary aspirou o cheiro da filha, como se dependesse disso pra viver, enquanto a acolhia em seu peito. A saudade era tanta que fazia ele querer gritar. Ele encheu o rostinho e o pescoço de Rosalie com beijinhos estralados, fazendo ela rir.
 
Zachary: O que foi? – Perguntou, sorrindo, enquanto a filha ria nos braços dele. Rosalie tapou os olhinhos com as mãos por um momento, e depois destampou-os depressa, fazendo carinha sapeca, e tocou o peito de Zachary. Zachary se derreteu com isso. – É, o papai está aqui, minha sapeca. – Rosalie bateu palminhas, enquanto Zachary beijava ela de novo.
 
O sorriso de Zachary se fechou ao ver a expressão da filha. Ela varria a sala de espera do hospital, com um olhar ansioso e curioso. Procurava a mãe.

Zachary: A mamãe não está aqui. – Respondeu, acariciando os cabelos da menina, que estavam com um penteado fofinho – Não está, meu amor. – Rosalie fez bico – Não, não chore. Nós vamos ver ela daqui a pouco, sim? – Rosalie continuou com bico – Mas não pode chorar. – Avisou, olhando-a.

Era incrível. A cor dos olhos de Rosalie era minuciosamente idêntica ao seus. Era como se olhar num espelho pequeno e moreno. Rosalie abraçou o pai de novo, e ele ninou ela. Passara tanto tempo imaginando o momento que poderia nina-la de novo, que agora que podia faze-lo, era surreal.

 Rafa flor como assim presente de niver? pq vc n me avisou q faria um capitulo pra vc. Bom n foi grande mas foi de coracao espero q vc goste e mais uma vez feliz niver.

Gabi flor s zac chegou aleluia, capitulo tem e vai sofrer as consequencias ta bjs...

domingo, 18 de junho de 2017

Cap 100 - É o final?

Meus amores esse e o 100 capitulo e estou mto feliz de poder chefar ate aqui com vcs, tive tanto medo de começar uma fic e n ter nenhum leitor e vcs me acompanham todo dia aqui essa historia, agradeço a todas vcs por cada comentario e por lerem. Guilia to com sdds flor aparece, vim comunicar q vou fazer uma mini maratona em comemoracao ao 100 cap da fic. Antes de tudo, n vou comecar agr n vou me organizar primeiro e ai volto avisando o dia certinho ok. 
Espero q gostem do capitulo e me contem tudo, amo vcs
Xoxo. 




Capitu pegou a caixa, e se aproximou da cama. Em seguida despejou seu conteúdo nela. Uma cobra, vermelha e preta. Furiosa pelas cutucadas que recebeu.

Vanessa: NÃO! – Gritou, se encolhendo ainda mais.

Capitu: Medo, Vanessa? – Ela riu – Sinto muito. – Fingiu-se de triste, e se afastou, indo em direção ao berço de Rosalie.

Escobar: Capitu! – Chamou, batendo na porta. A morena abriu. Vanessa olhava a cobra, apavorada, enquanto o animal avançava pra ela. – Eles estão ai embaixo!

Capitu: Quem?

Escobar: Zachary e Christopher! Vamos logo!

Capitu: Mas a menina...

Escobar: Maldição, deixe a menina! – Rosnou. Capitu encarou Rosalie uma ultima vez, e saiu, batendo a porta. A menina olhava a mãe, confusa. Vanessa observou a cobra se aproximar dela, nauseada. Era o seu fim.





Christopher: Pelo amor de Deus, nós estamos esperando há mais de 20 minutos. – Se queixou, encostado no balcão da recepção

Zachary: Eu não vou deixar ela fugir, não de novo. – Ele olhou uma lista que estava atrás do balcão, e saiu, rumando o quarto de Vanessa.



Um dos homens contratados por Zachary seguiram Corbin, e encontraram Vanessa. Zachary não hesitou em ir até lá, e Christopher insistiu em ir também. Os dois subiram as escadas como em um vôo.



Zachary: Vanessa, abre essa porta! Eu sei que você está ai! – Chamou, após minutos batendo na porta. Nessa hora Rosalie começou a chorar – Vamos, Nessa.



Nessa hora ouviram um gemido sufocado, fraco de Vanessa. “ Zachary...” ela chamou. O moreno se desesperou. Ela não estava bem.



Christopher: Sai. – Pediu, rápido, e deu um pontapé com tudo na porta, que abriu com força.



A cena foi nauseante. Vanessa estava amarrada, amordaçada na cama, com a perna ferida em vários pontos, e a cobra em cima da cama. Enquanto Zachary observava, o animal feriu Vanessa com mais uma mordida. Zachary foi ajudar a esposa rapidamente. Puxou a cobra com tudo, e a jogou no chão sem medo algum. Christopher esmagou a cabeça do animal com uma pisada.



Zachary: Tire Rosalie daqui. – Ordenou, e Christopher assentiu, tirando a criança rapidamente de lá. – Nessa. – Murmurou, desamordaçando ela.



Vanessa não respondeu. Ele fez o óbvio. Abaixou-se á perna de Vanessa, e começou a sugar os ferimentos. O único gosto ali era do veneno. Nem um vestígio do sangue da loura. O rosto de Zachary estava contorcido na mais completa dor. Meu Deus, não. Ele ia, de ferimento em ferimento, sugando até conseguir sentir o gosto doce do sangue, depois cuspia fora. Ele checou a perna dela, até todos os ferimentos estarem limpos. Quando a Vanessa, estava afogada na mais completa escuridão. Tentava caminhar, mas suas pernas eram pesadas. Tentava gritar, mas não havia voz. Sem contar a queimação absurda que sentia por todo o corpo. Até que, de longe, uma voz foi lhe chamando.



Zachary: Nessa, acorde. – Ele segurou o rosto da morena, olhando-a. Estava fria, mole. O único sinal de que estava viva era sua respiração. – Acorde. – Pediu de novo. – Que diabo, eu te amo. – Murmurou, desesperado.

Vanessa: Za... Zachary. – Ela conseguiu murmurar, perdida na escuridão.

Zachary: Você está viva. Ah, Deus. – Ele deu vários beijos no rosto dela.

Vanessa: Era tudo mentira... – Murmurou, ainda de olhos fechados.

Zachary: Não importa, eu amo você. – Disse, com os olhos cheios d’agua, erguendo o rosto dela. A morena tinha os olhos entreabertos, fraca.

Vanessa: Eu estou morrendo. – Constatou em um sussurro, quando não tinha mais forças pra falar. Então a escuridão a engoliu novamente. Era mesmo o final?

Rafa flor nossa nem um suspense eu consigo fazer com vc, vc sacou tudo aff kkkkk. Bom o Zac achou a Nessa mas sera q n e tarde demais? desculpe andar ausente mais meu trabalho me ocupa mto fico de 3 da tarde ate as 11 da noite. Mas prometo recompensar vcs so preciso organizar um horario concreto pra postar bjs.

Gabi flor, vc e mto esperta n da nem pra fazer vc sofrer um pco de ansiedade kkkk. Tive q parar o cap ai pra dar um suspense matar vcs um pco do coracao mas n consegui ne kkkk Zac chegou e precisa salvar a nessa antes q seja tarde demais bjs.

domingo, 11 de junho de 2017

Cap 099 - Revelações

Capitu: Finalmente acordou. – Comentou – Já estava criando esperanças de que você já tivesse morrido, me pouparia trabalho.

Vanessa: Rose. – Disse engasgada, havia um pano a amordaçando. Ela olhou pro lado, e a menina a olhava do berço, apreensiva. Vanessa suspirou de alivio. Sua cabeça doía absurdamente. – Como você me achou? – Perguntou, por fim.

Capitu: Escobar está instalado aqui. Esse hotel é famoso por ser ótimo pra guardar quem não deve ser visto. – Explicou - Engraçado. Você caiu do mesmo jeito que o Zachary caiu. – Comentou. Vanessa percebeu que a tampa da caixa estava aberta, e que Capitu tinha um pedaço de madeira na mão, e estava atiçando algo dentro da caixa.

Vanessa: Eu não sei do que está falando. – Acusou, tendo dificuldade pra falar, pelo pano. Seus braços estavam amarrados na cabeceira da cama.

Capitu: Há anos atrás, Vanessa, Zachary ia fugir comigo. Eu ia ter uma vida de rainha. Tudo bem, eu teria que agüentar ele e sua paixão insuportável, mas ainda assim, teria tudo o que o dinheiro pudesse comprar. – Ela se recordou. 

Vanessa: Você é louca. – Murmurou, olhando a morena cutucar o conteúdo da caixa.

Capitu: Espero que entenda, Zachary era um adolescente insuportável. Mimado. Prepotente. Era bom de cama, eu devo admitir. – Ela pensou um pouco, e Vanessa rosnou – Ele estava fixado na idéia de casar-se com você. Você era linda, e ele era fútil. E então ele me conheceu. E eu fiz ele se apaixonar por mim.

Vanessa: Mas você era uma prostituta, e eu era uma dama. Você engravidou dele, e tentaram fugir. Ai você morreu, e voltou pra me tirar a paz. – Revirou os olhos – Essa é a história mais velha do mundo. Você queria o que não podia ter. – Capitu riu

Capitu: Eu estive grávida diversas vezes, dos mais diversos homens. Mas de Zachary, nunca. – Vanessa franziu a sobrancelha – Meu ultimo aborto me esterilizou, e isso foi antes dele. Mas eu podia roubar uma criança, seria a coisa mais fácil. E eu seria uma rainha. Com as mãos em toda a fortuna Efron.

Vanessa: Tem noção do quanto ele sofreu por você? – Rosnou, com os olhos se enchendo de agua.

Capitu: E eu estou pouco me importando. – Fez uma careta – Vanessa, Zachary nunca me importou. Mas o dinheiro dele sim. Era uma mina de diamantes na minha mão. Então, fugiríamos. Ele estava levando uma verdadeira fortuna consigo naquela tarde. Então, a maravilhosa Luisa apareceu. – Capitu narrava a história como se fosse de um livro, não sua realidade – E pra você vê como os ricos são, ela foi salvar o filho CARREGADA de jóias. As jóias mais lindas e mais caras que eu já vi. – Comentou, cutucando o conteúdo da caixa – E eu a matei. – Ela sorriu, lembrando-se do feito – Bati na nuca de Zachary do mesmo jeito que bati na sua, e ele caiu na mesma posição. Vocês são um casal fantástico. – Ela riu, debochada – Escobar tirou os cavalos, ah, os cavalos. Os cavalos também valiam uma fortuna, eram 5, todos de raça. Voltando, Escobar tirou os cavalos, e derrubou a carruagem do penhasco. Rasguei um pedaço do meu vestido, e deixei pendurado nas pedras. Ficamos observando. Você precisava ver. Foi uma cena de Ópera, quando Edward e Christopher chegaram. Encontraram a madrasta morta, e Zachary desmaiado.

Vanessa: Você é um monstro. – Murmurou, horrorizada.

Capitu: Ah, Christopher. Foi muito útil, até certo ponto. Levava cartas minhas à Zachary, e vice-versa. Mas depois se negou. Inútil. – Ela fez negação com a cabeça – Mas ele já pagou pelo que fez. Menos do que merecia, mas pagou. Diego era uma criança encantadora. – Ela riu.

Vanessa: Foi você. – Constatou, incrédula.

Capitu: Sim, fui eu. – Ela riu, divertida – Voltando ao assunto. Fui com Escobar a Madri. Passamos lá anos inesquecíveis. Entretanto, o dinheiro acaba. E então, eu voltei. Mas olha o que eu encontro no meu lugar. Você. – Acusou, agora séria. – E como Christopher, você vai pagar. Só que muito mais caro. – Ela cutucou o conteúdo da caixa com mais força.

Vanessa: Deixe a minha filha em paz. – Rosnou alto, se debatendo contra a cama, tentando se soltar.

Capitu: Não, a pirralha não é meu foco principal. É você. Sempre foi você.

Vanessa: Eu já fugi. Ele está livre. – Argumentou

Capitu: Tarde demais, Vanessa. Ele me levou à Londres. Aquela cidade é magnífica. – Ela sorriu, se lembrando – Mas o motivo não era. Ele me levou até lá pra terminar comigo. Porque? PORQUE ELE AMA VOCÊ! – Gritou, irritada. Vanessa ouviu isso com um choque. “Ele disse que você entendeu tudo errado.”, dissera Corbin. – Ele disse que te amava. – Ridicularizou – Que queria voltar pra você. Que queria acompanhar a doce Rosalie crescer. Tolo. – Rosnou – E você. Você roubou a minha vida, durante todo esse tempo. Eu era pra ser a senhora Efron. Eu era pra ser a oficial. Mas não fui. POR CAUSA DE QUEM? DE VOCÊ!

Vanessa: EU NÃO TIVE CULPA! NÃO PEDI PRA ME CASAR COM ELE! – Gritou de volta.

Capitu: SUA COBRA! – Gritou, colérica – Você sempre estragou tudo, Vanessa Anne. Sempre. Quando eu pensei que as coisas iam se encaixar, sabe o que aconteceu? VOCÊ ENGRAVIDOU! – Gritou, furiosa. – Coisa que eu nunca ia poder fazer. Você engravidou. Mas não importa, não importa. – Ela se aproximou de Vanessa, que se encolheu. Capitu pegou o vestido preto, na altura da coxa, e começou a rasga-lo, deixando as pernas de Vanessa nuas. Em seguida tirou a bota da loura, jogando-a longe. – Vou deixar você com a sua irmã, Vanessa. – Vanessa franziu a sobrancelha, confusa – Não, não é Ashley.

Rafa flor acho q fui mazinha aqui tbm né, mas é q tenho q deixar um suspense pra vcs me desculpe. Capitu e uma vagaba né, espero q o Zac corra logo então pq a nessa tá em perigo, bjs 😘😘❤

Gabi quantas perguntas flor mas ainda sem respostas. Quem sabe no próximo capítulo eu mato sua curiosidade bjs 😘😘❤



segunda-feira, 29 de maio de 2017

Cap 098 - Reencontro: Vanessa e Capitu

Escobar: Como assim, ele terminou com você? – Perguntou, incrédulo e irritado, enquanto avançava pelo saguão do hotel.

Capitu: Terminou. Com todas as letras. Ia voltar pra mulher.

Escobar: Ela fugiu antes que ele voltasse. – Capitu ergueu uma sobrancelha, surpresa – Ele está destruindo Seattle por ela. E você, porque não voltou antes?

Capitu: Por Deus, Escobar. Eu estava em Londres. – Revirou os olhos.

Escobar: E agora, o que vai fazer?



XXXX: Serviço de quarto pro quarto da srta. Hudgens, um café da manhã básico. – Disse ao atendente, que levou o pedido pra cozinha. Mas foi o suficiente. Os ouvidos de Capitu eram aguçados. Vanessa estava ali.





A noite caiu, calma e serena. O dia seguinte amanheceu igual. Vanessa estava entrando em depressão. Rosalie já não sorria. Zachary estava vegetando. 

Escobar: O que você vai fazer? – Perguntou, andando com ela no corredor. Ele já se informara sobre o andar e o numero do quarto de Vanessa.

Capitu: Resolver nosso problema. – Respondeu, levando uma caixa consigo. – A morte matou o amor dele por mim, então matará por ela também. – Disse, tranqüila e sorridente, enquanto parava na porta do quarto.



Vanessa tinha acabado de dar banho em Rosalie. A menina estava com um vestidinho de renda branca, perfumadinha. Agora Vanessa penteava os cabelos morenos e finos da filha. Foi quando bateram na porta.



Vanessa: Quem é? – Perguntou, estranhando.

Escobar: Serviço de quarto. – Disse, sorrindo. Vanessa não conhecia sua voz. 

Vanessa: Estranho, eu não pedi o café ainda. - Murmurou pra si mesma – Já vou! 



Vanessa colocou Rosalie em seu berço. Enquanto isso, Escobar saiu do corredor. A morena abriu a porta tranquilamente. Sua tranqüilidade fugiu ao ver dois olhos verdes, dissimulados, olhando-a.



Capitu: Olá, Vanessa. – Disse, sorrindo de canto.

Vanessa: O que você quer? – Perguntou, sem paciência. A ruína de seu casamento estava ali, parada na sua frente.

Capitu: Posso entrar? – Perguntou, sínica.

Vanessa: Hum... – Fingiu-se de pensativa – Por suposto que não. – Sorriu, e ia fechar a porta.



Vanessa foi fechar a porta, mas Capitu pôs o pé antes. A morena se desequilibrou no gesso, e o tempo que lhe foi gasto pra se equilibrar, foi suficiente pra morena entrar.



Vanessa: O que você quer? – Repetiu, agora raivosa.

Capitu: Vim conversar. – Sorriu, pondo a caixa de papelão que trazia em cima de uma cadeira.

Vanessa: Não tenho nada pra falar com você. Saia daqui. – Continuou com a porta aberta.

Capitu: Vamos, você não está sendo educada. – Repreendeu, como uma mãe que repreende o filho.



Vanessa partiu pra Capitu, visando puxa-la pra fora. Mas a morena foi mais rápida, e fechou a mesma. Vanessa foi pra abrir a porta, e Capitu lhe chutou a perna, batendo em algo duro. O chute dela bateu no gesso, e machucou a perna de Vanessa, que cambaleou pro lado, se abaixando, com uma careta de dor, pra segurar a perna.



Capitu: Ora, vejam só. Está com a perna quebrada. – Disse, com um sorriso fascinado no rosto. Nesse momento Rosalie gritou, irritada, em seu berço. – Vejamos. A doce, meiga e angelical Rosalie. – Ela deu um passo em direção ao berço, e seu olhar era ódio puro. Rosalie manteve o olhar da morena. Mas então, Vanessa estava no caminho.

Vanessa: Se aproxime dela novamente, e eu mando você de volta pro inferno com as minhas mãos. – Rosnou, furiosa.



Vanessa se virou rapidamente, pra carregar Rosalie. Sabia, por Zachary, que Capitu odiava a menina. Mas então sentiu uma dor horrível, sufocante, na nuca, e desfaleceu no chão.

Vanessa não sabe, ao certo, quanto tempo passou desmaiada. Só soube que quando sua mente começou a clarear, um flash passou por ela. Rosalie.

Ela se lançou pra frente, mas algo a prendeu pelos braços.


Rafa flor n fique angustiada tudo vai se resolver, vc n lembra dessa mulher q chora? Vc n deve tá ligando os fatos pense mais um pco bjs 😘😘❤

Gabi flor o Zac tem q achar a Nessa e logo né a capiranha descobriu onde ela tá e pode fazer mal a ela e rose. Q por falar nela coitada sofre com a ausência do pai. Q tudo se resolva logo, bjs 😘😘❤